sábado, 25 de julio de 2015

NOÇÕES DE HEBRAICO - Parte 1

NOÇÕES DE HEBRAICO - Parte 1





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Introdução



Em primeiro lugar gostaríamos de esclarecer que o motivo que nos leva a
disponibilizar, neste material, informações básicas sobre o idioma
hebraico, não é a de formar especialistas neste idioma, senão apenas
familiarizar o visitante deste site com este idioma, de modo a despertar
seu interesse ao aprofundamento no conhecimento da verdade escritural,
cujos fundamentos são hebraicos.



O conhecimento de hebraico não é fundamental para a nossa salvação,
visto que ninguém é salvo por conhecer hebraico, mas é muito importante,
principalmente se levarmos em conta que as traduções que chegaram até
nós, seja em português ou em qualquer outro idioma, contêm corrupções
graves por tendências religiosas deste ou daquele tradutor, ou entidades
religiosas com interesses próprios.



O conhecimento do hebraico, mesmo que básico e superficial, já nos
alarga sobremodo nossos horizontes de visão para uma melhor compreensão
das escrituras, e abre os nossos olhos para enxergarmos com clareza onde
e porque podemos estar sendo enganados por distorções, ou mesmo
mentiras inseridas voluntariamente pelos que manuseiam as escrituras com
intenções indignas. Embora hajam muitos textos traduzidos erroneamente,
com fortes tendências religiosas por parte de seus tradutores, o que
mais sofreu com as traduções foram os NOMES próprios, sejam de pessoas
ou de lugares. E o mais grave de tudo isso, foram as adulterações
causadas aos Nomes mais sagrados: do Criador, de seu Filho, o Messias, e
do Consolador, o Espírito da Verdade. Este assunto está largamente
explicado no tópico Seu Nome, na página principal.




Prossigamos então para o primeiro contato com o idioma hebraico,
lembrando sempre que nossa intenção é fornecer o básico, sem pretensão
de formar especialistas, não sendo este o propósito principal deste
site.



A primeira informação que os principiantes em hebraico desejam é, sem
dúvida, conhecer o alfabeto hebraico ou "alefbets". Os caracteres
hebraicos são, realmente, bem diferentes dos caracteres ocidentais, mas
com pouco tempo conseguimos nos acostumar com eles, quando então passam a
ser lidos sem necessidade de recorrermos a tabelas de consulta.



Você ficará surpreso de só encontrar consoantes no "alefbets", porém mais adiante falaremos sobre isso.

Vamos então ter nosso primeiro contato com os caracteres hebraicos.






1 - Letra ÁLEF - Não possui som próprio.
Pode, porém, assumir o som de vogais, dependendo da palavra. Quando
usada para representar números, representa o algarismo 1.




2 - Letra BET ou VET - Equivale às letra
"B" ou "V", dependendo da palavra. Quando usada para representar
números, representa o algarismo 2.




3 - Letra GUÍMEL - Equivale à letra "G".
Seu som é sempre como em "gato", mas nunca como em "giz". Quando usada
para representar números, representa o algarismo 3.




4 - Letra DÁLET - Equivale à letra "D". Quando usada para representar números, representa o algarismo 4.




5 - Letra RÊ - Equivale à letra "H". Sua
pronúncia é como na palavra "house" em inglês (ráuse). Não possui som
quando no final da palavra. Quando usada para números, representa o
algarismo 5.




6 - Letra VAV - Equivale à letra "V", mas
pode ter som de vogal "U" ou de vogal "O", dependendo da palavra. Quando
usada para representar números, representa o algarismo 6.




7 - Letra ZÁIN - Equivale à letra "Z". Quando usada para representar números, representa o algarismo 7.




8 - Letra RÊT - O RÊT de forma transliterada
é "KH" ou "CH". Seu som é como o som do "R" na palavra "RUA". É muito
parecido com o RÊ, mas sua pronúncia é fortemente gutural. Quando usada
para representar números, representa o algarismo 8.




9 - Letra TÊT - Equivale à letra "T". Quando usada para representar números, representa o algarismo 9.




10 - Letra YOD - Equivale à letra "Y".
Apresenta som de "I", embora seja uma consoante. O "Y" não faz parte do
alfabeto da língua portuguesa, mas tanto em hebraico como em inglês, o
"Y" é considerado consoante. Quando usada para representar números,
representa o valor 10.




11 - Letra KAF - Equivale à letra "K". Não
deve ser transliterada como "C", porque em muitas palavras em português o
"C" tem som de "S" (casa soa como kasa, mas ceia soa como seia). Quando
usada para representar números, representa o valor 20.




12 - Letra LÂMED - Equivale à letra "L". Quando usada para representar números, representa o valor 30.




13 - Letra MEM - Equivale à letra "M". Quando usada para representar números, representa o valor 40.




14 - Letra NUN - Equivale à letra "N". Quando usada para representar números, representa o valor 50.




15 - Letra SÁMEK - Equivale à letra "S". Quando usada para representar números, representa o valor 60.




16 - Letra AYIN - Esta letra também não
possui som próprio e não possui correspondente em português. Pode,
contudo, assumir o som de diferentes vogais, dependendo da palavra.
Quando usada para representar números, representa o valor 70.




17 - Letra PÊ - Equivale à letra "P", mas
também pode ter som de "F". Quando usada para representar números,
representa o valor 80.




18 - Letra TZADE - Esta letra também não
possui correspondente em português. Equivale a um "T" seguido de "Z" ou
"S". Pode ser transliterado como "TZ" ou "TS". Quando usada para
representar números, representa o valor 90.




19 - Letra QÔF - Equivale à letra "Q". Pronuncia-se Côf. Quando usada para representar números, representa o valor 100.




20 - Letra RÊSH - Equivale à letra "R"
intermediária em português, como na palavra "CARO". Quando usada para
representar números, representa o valor 200.




21 - Letra SHIN - Equivale às letras "SH",
com o mesmo som de um "CH" em português. Quando usada para representar
números, representa o valor 300.




22 - Letra TAV - Equivale à letra "T". Quando usada para representar números, representa o valor 400.



Aqui estão apresentadas as 22 letras que compõem o "alefbets" hebraico em sua forma mais moderna. Foi utilizado o fonte bwhebb.ttf
que você pode baixar para o seu computador. As letras originais
arcaicas são diferentes dessas apresentadas e você poderá visualizá-las,
caso queira, baixando para o seu computador o fonte hebanci.ttf.




O que é BEGADKEFAT ?



Begadkefat é o nome usado para o conjunto de 6(seis) consoantes que
podem ou não ter a sua pronúncia aspirada. São elas: "BÊT", "GUÍMEL",
"DÁLET", "KAF", "PÊ" e "TAV". Em verdade, o som aspirado se representa
colocando-se um "h" após a letra, resultando em:



Bh (V), Gh, Dh, Kh, Ph (F) e Th



Estas letras, quando apresentadas da forma simples acima, são aspiradas.
Quando não são aspiradas, então devem receber um ponto médio interior
para representar uma pronúncia não aspirada. Note que não são consoantes
adicionais ao "alefbets", mas sim as mesmas seis consoantes já
apresentadas, que possuem sons diferentes dependendo das palavras em que
são usadas. Assim, confira na tabela abaixo as formas aspiradas e não
aspiradas destas 6(seis) consoantes:






Corresponde ao "Bh" (B aspirado) que é de fato um "V", e então é referido como "VÊT", em vez de "BÊT".
Corresponde ao "B", não aspirado.




Corresponde ao "Gh" aspirado.
Corresponde ao "G" não aspirado.




Corresponde ao "Dh" aspirado.
Corresponde ao "D" não aspirado.




Corresponde ao "Kh" aspirado, e então é referido como "KHAF".
Corresponde ao "K" não aspirado.




Corresponde ao "PH" aspirado, que é de fato um "F", e então é referido como "FÊ".
Corresponde ao "P" não aspirado.




Corresponde ao "Th" aspirado.
Corresponde ao "T" não aspirado.




Volto a lembrar que estas não são seis consoantes adicionais, mas apenas
as mesmas consoantes que recebem o ponto médio interior, denominado
"dáguesh lene".



Mas onde estão as vogais?



No hebraico arcaico, mais antigo, não existiam vogais na escrita, de
forma nenhuma. Apenas as pessoas aprendiam o som de cada palavra e
inseriam na leitura o som das vogais destas palavras. Repetindo: os sons
de vogais existiam, é claro, mas não havia representação escrita destes
sons, senão apenas das consoantes das palavras.



Imagine que você, desde o início de sua alfabetização, tenha aprendido a
escrever a palavra "computador" assim: "CMPTDR". Então quando você
encontrasse esta palavra "CMPTDR" num texto, você leria em voz alta
"COMPUTADOR", inserindo todas as vogais que não estariam presentes na
escrita.



Assim era o hebraico arcaico até a época dos massoretas. A partir deste
grupo denominado massoretas, houve uma preocupação de que o hebraico
pudesse ser esquecido totalmente e ninguém mais soubesse como se
pronunciavam as palavras. Foi então criado um sistema de sinais,
chamados de "SINAIS MASSORÉTICOS", para indicar e memorizar as vogais no
idioma hebraico, de modo que a perda da cultura, que eles temiam, não
acontecesse.



Desta feita, o hebraico moderno conta com um sistema de sinais
massoréticos com a finalidade de indicar a pronúncia das vogais. Tal
sistema, se por um lado ajudou a preservar a pronúncia original das
palavras, por outro foi um terrível instrumento de corrupção, uma vez
que uma utilização errada de tais sinais, perpetuaria o erro para todas
as gerações futuras. Mais adiante falaremos sobre alguns exemplos
destes.



A ortografia do hebraico



Em primeiro lugar é necessário aprendermos como se lê um livro escrito
em hebraico, como por exemplo, as Sagradas Escrituras Hebraicas.



Normalmente ao abrirmos um livro escrito em alguma linguagem ocidental, a
lombada fica à esquerda e folheamos as páginas virando-as da direita
para a esquerda.



Quando abrimos, por exemplo, uma Bíblia Hebraica, a lombada deverá ficar
à direita, e folhearemos as páginas da esquerda para a direita.



A escrita hebraica é feita da direita para a esquerda, a partir da
primeira linha superior, e descendo linha a linha. Há uma inversão de
lateralidade em relação à escrita ocidental.



Em segundo lugar, é preciso entendermos que em hebraico não existem
vogais, mas apenas consoantes, embora algumas destas consoantes,
eventualmente atuem com o som de vogais.



Duas destas consoantes são especialmente usadas para vogais, e em si não
possuem som algum, senão o som de vogal que adquirem dependendo da
palavra em que estão. Estas consoantes são o ÁLEF (primeira letra do
"alefbets" hebraico) e o ÁYIN.



Relembre abaixo como é a forma quadrática destas duas letras:






ÁLEF




ÁYIN




Denomina-se forma quadrática ao tipo de letra usado para imprensa,
aquela que não é manuscrita. Os caracteres hebraicos quadráticos são os
que primeiramente trataremos aqui.



Outra letra hebraica que pode assumir sons de vogais é o VÁV, porém esta
letra tem o seu som próprio quando não está sendo usada como vogal. O
VÁV, quando é usado com o seu próprio som, corresponde ao nosso "V" como
em "VALE".



Relembre abaixo como é a forma quadrática da letra VÁV, correspondente, como consoante, ao nosso "V":





VÁV




Em hebraico não existe diferença de letras maiúsculas e minúsculas na
escrita. O mesmo tipo de letra é usado para começar uma frase, para um
nome próprio ou dentro das palavras. Portanto não existem letras
maiúsculas e minúsculas, mas apenas a forma natural das letras onde quer
que elas se encontrem.



As formas finais



Embora o hebraico não utilize letras maiúsculas ou minúsculas na sua
escrita, há um fator peculiar para 5(cinco) letras específicas, quando
as mesmas se encontram no final de qualquer palavra. Estas cinco letras,
no final de uma palavra, apresentam forma diferente, chamada de forma
final ou "SOFIT".



Veja na tabela abaixo as formas normais e finais destas cinco letras:




FORMA NORMAL




FORMA FINAL








Classificação das consoantes quanto à fonética.




GUTURAIS




 
PALATAIS



   
LINGUAIS





DENTAIS



   
LABIAIS



   




Observe que a consoante RÊSH é, ao mesmo tempo, gutural e lingual.



Os sinais massoréticos



Como vimos anteriormente, os sinais massoréticos não faziam parte do
hebraico arcaico, originalmente, tendo sido criados numa época em que
havia temor de que a língua hebraica caísse no esquecimento e se
tornasse impossível saber como as palavras eram pronunciadas. Como
efeito disso, pronúncias puderam ser alteradas também, bastando que
alguém por falha ou por tendência religiosa inserisse o massorético
errôneo.



Os sinais massoréticos, em sua maioria, são colocados abaixo das letras,
mas alguns também são colocados acima ou na linha média da letra.



Vamos então conhecê-los:




  LONGAS BREVES SEMIVOGAIS
VOGAL "A"
Qamatz Gadol
(ver texto)
Patar Shevau Qamatz
(Qamatz Qaton)
Shevau Patar
VOGAL "E"
Tserê Segol Shevau Shevau Segol
VOGAL "I"    
Hireq Gadol Hireq Qaton    
VOGAL "O"      
Vav Roulem Roulem      
VOGAL "U"    
Vav Shuruq Qibuts    




Em hebraico existem vogais LONGAS, BREVES e SEMIVOGAIS. Para melhor entendimento, precisaremos explicar alguns dos massoréticos.



Qamatz - O massorético "qamatz" possui um som de vogal que é
considerado como "A" para muitos, mas que de fato possui um som de "A"
oco, fechado para "O". Não é um som que possua representação em
português, visto que em português não possuímos nenhuma vogal com esse
som. Por isso, apesar da vogal "qamatz" estar apresentada na vogal "A",
seu som seria melhor representado por "AO". Na realidade não são duas
vogais e nem dois sons, mas um único som de vogal que, por não
possuírmos vogal correspondente em português, a melhor forma de
representar é utilizando "AO", porque ao pronunciarmos "AO" rapidamente,
o som resultante é o som entre "A" e "O" da vogal "qamatz". Alguns
autores se referem ao "shevau qamatz" como "qamatz qaton". O "shevau
qamatz", também chamado de "qamatz qaton" é um "AO" tão breve que sua
pronúncia é praticamente de "O", em vez de "A". O "qamatz" é a primeira
vogal usada tanto no Nome do Criador, YAOHUH (IÁORRU), como no Nome do
Messias, YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), conforme as figuras abaixo:








Os Nomes do Criador, YAOHUH (IÁORRU), e do Messias YAOHUSHUA
(IAORRÚSHUA), acima, apresentam mais três vogais: o "Vav Shuruq" (U
longo), o "Qibuts" (U curto) e o "Patar" (A curto), sobre as quais
falaremos a seu tempo.



Patar - É a vogal "A" breve. É usada sob a letra AYIN final do Nome do Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA).



Shevau - Este massorético foi inventado para representar uma
semivogal ou "vogal esvaída". Para entendermos tal coisa, devemos pensar
nas palavras "advogado" ou "adjetivo", em português. Nestas palavras,
após o "d", há, de fato, uma "vogal esvaída", que não é nem escrita, mas
que é pronunciada por um tempo muito pequeno. Há pessoas que pronunciam
erradamente a palavra como "adevogado", como se ali houvesse uma vogal.
Este conceito de semivogal é importante de ser bem entendido, para uma
perfeita pronúncia das palavras que contêm o massorético "Shevau" ou
seus compostos.



Quando o "Shevau" aparece ligando uma consoante à outra, na mesma
sílaba, ele é pronunciado como "E" bem curto, mas é vocálico ou sonoro.
Um bom exemplo para este caso é a palavra "mnemônico" em português. Se
usássemos massoréticos em português, certamente esta palavra receberia
um "Shevau" vocálico entre o "m" e o "n" iniciais. O mesmo é válido para
a palavra "pneu", que muitos pronunciam erradamente como "peneu".



Quando o "Shevau" aparece no final de uma sílaba, ele é pronunciado
extremamente curto, e não é transliterado, mas atua de forma "secante"
na palavra, causando uma pausa como se a palavra tivesse sido dividida
em duas palavras. Novamente as palavras "advogado" e "adjetivo", em
português, servem de exemplo para este caso, pois é como se
pronunciássemos duas palavras "ad-vogado" ou "ad-jetivo". Se usássemos
os massoréticos em português, estas duas palavras certamente receberiam o
"Shevau" secante.



Shevau-Patar, Shevau-Segol e Shevau-Qamatz - Quando o massorético
"Shevau" estiver sob uma consoante gutural (álef, áyin, hê, khêt ou
rêsh), ele deve ser representado precedido pelo sinal de uma vogal longa
ou breve (qamatz, patar ou segol).



Hireq Gadol e Hireq Qaton - A forma longa da vogal "I" é
representada pelo Hireq Gadol, que é composto de um ponto sob a
consoante que precede a letra YOD. A forma curta da vogal "I" é
representada pelo Hireq Qaton que é apenas um ponto sob uma consoante.
Além disso, a própria letra YOD, embora consoante, apresenta som de "I"
e, eventualmente, "E".



IMPORTANTE: Quando falamos sobre sinais massoréticos,
esclarecemos que são sinais ADICIONADOS à escrita hebraica, e que não
faziam parte do hebraico original. Assim, no caso do Hireq Gadol,
somente o ponto é, de fato, um sinal massorético. O YOD que aparece
depois dele, existiria do mesmo jeito numa escrita onde os sinais
massoréticos estivessem ausentes.



Roulem e Vav Roulem - Estas são duas formas de "O" longo. O Vav
Roulem é a representação da letra VAV com um ponto sobre ela,
apresentando som de "O" longo por natureza. Este é o caso em que o VAV
atua como "O" e não como "V". O ponto superior pode também ser usado em
palavras onde não há o VAV mas que possuem, contudo, a pronúncia da
vogal "O".



IMPORTANTE: Quando falamos sobre sinais massoréticos,
esclarecemos que são sinais ADICIONADOS à escrita hebraica, e que não
faziam parte do hebraico original. Assim, no caso do Vav Roulem, somente
o ponto é, de fato, um sinal massorético. O VAV que aparece sob ele,
existiria do mesmo jeito numa escrita onde os sinais massoréticos
estivessem ausentes.



Vav Shuruq e Qibuts - São as representações longa e curta,
respectivamente, da vogal "U". O Vav Shuruq faz parte do Nome do
Criador, YAOHUH (IÁORRU), e também do Nome do Messias, YAOHUSHUA
(IAORRÚSHUA). O segundo "U" do Nome do Messias é representado por um
massorético Qibuts, por ser curto.



IMPORTANTE: Quando falamos sobre sinais massoréticos,
esclarecemos que são sinais ADICIONADOS à escrita hebraica, e que não
faziam parte do hebraico original. Assim, no caso do Vav Shuruq, somente
o ponto na linha média é, de fato, um sinal massorético. O VAV que
aparece com o ponto em sua linha média, existiria do mesmo jeito numa
escrita onde os sinais massoréticos estivessem ausentes.


Continuemos então para a parte 2 desse estudo.
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